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Não há palavras nas escrituras que tiveram um efeito mais profundo sobre a nossa história do que esta frase: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações”. Estas poucas palavras colocaram em movimento todo o movimento missionário do cristianismo através dos séculos. Foi com base neste entendimento, ordenado por Cristo que nosso testemunho entre homens e mulheres de diferentes culturas, tradições e crenças que tocou todos os continentes da Terra.
Como discípulos de Cristo, como cristãos, somos herdeiro dessa tradição. E se olhar por cima dos nossos ombros historicamente o movimento missionário do cristianismo tem significado, uma mistura de atos nobres de dedicação ao evangelho, os missionários tinham vivido ao longo da história, fazendo coisas maravilhosas em nome de Cristo, ganhando almas para o Senhor. Mas também tenho que ser honesto em dizer que quando olho sobre meus ombros, vejo uma lembrança cheia de mágoa, de dor, de perda e sofrimento, tudo em nome de Jesus.
O Evangelho de Cristo não era apenas uma questão de ser dado, mas algo que, na sua essência parece subverter e destruir as culturas que tinha sua genialidade e seu orgulho por séculos.
Deixe-me explicar o que quero dizer. Pare e pense. A mensagem foi uma boa notícia. A mensagem era de esperança e amor. Mas o meio que trouxe a mensagem em todo o mundo foi a colonização e a atividade missionária do cristianismo era só uma parte, que não apenas tinha que tentar converter as pessoas a uma fé diferente, tinha que dizer para eles não apenas como orar e como cultuar, mas também como se vestir, como agir e como pensar.
E o que isso significa para nós hoje, como cristãos? Como posso lidar com isso como um cristão? Devemos respeitar todas as outras culturas e tradições religiosas, a tal ponto que não impomos a mensagem sobre eles. Parece que em nome de outros ideais colocamos a mensagem de Deus num local na história que depõem contra ela, que o diga os Muçulmanos e outros povos indígenas. Pense nisso.




