Filho de Deus

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No Novo Testamento este título Filho de Deus é usado de um modo diverso do helenismo, já que os helenistas chamavam qualquer um que praticava ou fazia algum milagre. No Novo Testamento este título tinha um caráter por assim dizer único, isto é, o oposto de como era usado no helenismo.
No Antigo Testamento este título recebe três designações diferentes, um é todo povo de Israel outro o rei e em terceiro comissionados por Deus como anjos e Messias.
O Novo Testamento trás que o próprio Jesus não se atribuiu este título, mas foram às pessoas que estavam com Ele isto se deu por vezes em revelações sobre naturais que Ele assim foi reconhecido.
Nestes três pensamentos vemos que este título é usado de varias formas para dar varias idéias diferentes de como e o que era ser chamado de “Filho de Deus”.
A visão de Filho de Deus com o passar dos anos gerou grandes contendas dentro da igreja devido a uma má interpretação do verdadeiro sentido do título. Falsas doutrinas surgiram quando não conseguiram ligar a natureza divina com a natureza humana de Cristo. Isso provocou interpretações como as de Ário e Nestório que diziam que no ato do batismo do homem Jesus o Verbo, Filho de Deus, o poder de Deus desceu sobre Ele transformando Ele no Cristo. Então, os pais da igreja, como Atanásio e Irineu por exemplo, se reuniram e escreveram tratados, como por exemplo os credos, combateram essas idéias reafirmando a visão de Filho de Deus que o novo testamento atribui a Cristo.
Essa visão é que Jesus Cristo é desde a criação parte integrante da Divina Trindade e que, depois da queda do homem, cumpriu a vontade de Deus de Salvar este homem perdido e condenado.