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Sim, um dos maiores blocos econômicos do mundo esta passando pelo seu pior momento nesta década. O continente que abril caminho para a expansão do mundo antigo parece que chegou no seu máximo. Com manifestações na Grécia, e rebaixamento dos títulos da Itália por uma agencia americana apontam para uma recessão ainda maior. Só para se ter uma ideia do tamanho desta indisposição, o dólar no Brasil já teve uma alta e dessa forma aumentou os gasto por exemplo com viagens. Aqui também nós percebemos que a ação do pecado se faz presente, pois a exploração causada por esses países em economias do terceiro mundo para manter o seu padrão de vida agora cobra a conta. Não que seja uma moeda do toma lá da cá, não, simplesmente tudo tem uma ordem natural. Cooperar e ajudar é a melhor forma de manter, e olhando o principio do amor e do perdão, isso faltou nestas economias, bem com falta em todas as economias do mundo. Olhemos o retrato desta crise na Europe bem como nos EUA. Pense nisso.
Só para entender a crise.
No auge da crise de crédito, que se agravou em 2008, a saúde financeira dos bancos no mundo inteiro foi colocada à prova. Os problemas em operações de financiamento imobiliário nos Estados Unidos geraram bilhões em perdas e o sistema bancário não encontrou mais onde emprestar dinheiro. Para diminuir os efeitos da recessão, os países aumentaram os gastos públicos, ampliando as dívidas além dos tetos nacionais. Mas o estímulo não foi suficiente para elevar os Produtos Internos Brutos (PIB) a ponto de garantir o pagamento das contas.
A primeira a entrar em colapso foi a Grécia, cuja dívida pública alcançou 340,227 bilhões de euros em 2010, o que corresponde a 148,6% do PIB. Com a luz amarela acesa, as economias de outros países da região foram inspecionadas mais rigorosamente. Portugal e Irlanda chamaram atenção por conta da fragilidade econômica. No entanto, o fraco crescimento econômico e o aumento da dívida pública na região já atingem grandes economias, como Itália (120% do PIB) e Espanha.
Um fundo de ajuda foi criado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e pelo Banco Central Europeu (BCE), com influência da Alemanha, país da região com maior solidez econômica. Contudo, para ter acesso aos pacotes de resgates, as nações precisam se adaptar a rígidas condições impostas pelo FMI. A Grécia foi a primeira a aceitar e viu manifestações contra os cortes de empregos públicos, programas sociais e aumentos de impostos.
Os Estados Unidos atingiram o limite legal de endividamento público – de US$ 14,3 trilhões (cerca de R$ 22,2 trilhões) – no último dia 16 de maio. Na ocasião, o Tesouro usou ajustes de contabilidade, assim como receitas fiscais mais altas que o previsto, para seguir operando normalmente. O governo, então, passou por um longo período de negociações para elevar o teto. O acordo veio só perto do final do prazo (2 de agosto) para evitar uma moratória e prevê um corte de gastos na ordem de US$ 2,4 trilhões (R$ 3,7 trilhões). Mesmo assim, a agência Standard & Poor’s retirou a nota máxima (AAA) da dívida americana.



