Casar
Poderíamos perguntar?
“O que levou você a casar com esta pessoa?” ” Afinal por que você quer casar? Por que você não quer ficar solteiro (a)?” E, ainda: “Por que você quer casar com esta pessoa, e não com outra?
Casar ou não casar?
A primeira reação das pessoas, quando estas questões são levantadas, é de embaraço. Não que as perguntas sejam inesperadas. Mas porque estas pessoas não têm boas respostas. Via de regra, é preciso muita discussão e introspecção para descobrirem porque querem casar, e porque com a pessoa que escolheram. A alta percentagem de divórcios pode muito bem ter sua causa no fato de não se pensar seriamente sobre estas questões.
Casar e ter filhos são duas das coisas mais importantes que fazemos na vida. Apesar disto, não há por parte da sociedade ou da lei qualquer exigência de um preparo anterior ao casamento e à paternidade. O número de bons cursos nesta área é quase zero. A quantia de pastores que fazem um bom trabalho de aconselhamento pré-matrimonial é insignificante se comparado ao número de casamentos realizados nas igrejas. Os livros, por outro lado, parecem enfatizar demais o aspecto sexual do casamento, esquecendo outros elementos importantes desse relacionamento.
Casar: Muitos acabam escolhendo a pessoa errada
Sem terem uma orientação adequada, as pessoas muitas vezes casam-se por motivos que não seriam motivos reais para casamento. Em conseqüência, acabam escolhendo a pessoa errada ou alguém incompatível consigo mesmas.
Existem muitos motivos errados para um casamento. Certamente, casar para fugir de um ambiente familiar ruim não será um firme alicerce para um bom relacionamento. Outras razões injustificáveis são o desejo de ascensão social ou econômica, atrativo físico apenas, o fato de que amigos e conhecidos estejam casando, medo de ficar solteiro (a), solucionar ou aliviar um problema, ou simplesmente estar apaixonado.
Namoro é um período para avaliar, comparar e analisar.
Namoro é a busca de um companheiro. Deus, em sua sábia criação, fez homem e mulher, os quais mutuamente se atraem que necessitam e completam-se um ao outro de forma tão perfeita como em nenhum outro relacionamento. Namoro, então, é um período para avaliar, comparar e analisar. É preciso perguntar-se: “Quais as necessidades que, uma vez supridas, me ajudariam a ser alguém mais realizado e produtivo?” E, por outro lado: “Quais as minhas potencialidades que, desenvolvidas e aplicadas, poderiam completar outra pessoa?” E, ainda: “Que tipo de pessoa é que, da melhor forma, preenche estes dois requisitos”.
A maior parte dos jovens não pensa ou age assim, muito menos nos primeiros anos de namoro.