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Alguns aspectos ligados à angelologia (perspectiva sistemática).
1. Angelologia. A doutrina dos anjos não é a questão teológica mais discutida de hoje. Este tema foi desvalorizado devido ao espírito científico, o materialismo e a falta de experiência existenciais com o mundo dos anjos. O que se percebe nos dias de hoje, é que as atividades de satanás e seus anjos é mais percebida do que os anjos de Deus. Portanto é válido apresentar o outro lado, iliminar a uniteralidade.
2. Anjos nas confições de fé. As confissões luteranas não se pronunciam em particular sobre anjos. Afirma-se que os anjos no céu intercedem pelos homens, sem que isto implique uma invocação dos mesmos, bem como dos santos. Portanto, a referência a anjos é incidental.
3. Anjos na Bíblia. As Escrituras nos apresenta anjos pertencentes à fé cristã. Não temos liberdade de reinterpretar, negar ao substituir sua realidade por outra coisa. O que interessa são os anjos descritos nas Escrituras.
4. Desvios e limites da angelologia. Durante o transcurso da história do dogma, teólogos trataram texto escriturísticos com ingenuidade; aplicaram-se idéias filosóficas. Não se pode confundir angelologia com filosofia de anjos. A angelologia não pode desviar o interesse de Deus e Cristo, colocando um aspecto de Segunda ordem em primeiro plano.
5. O caráter secundário e dependente da angelologia. Os anjos não deveriam ser objeto de uma discussão independente, à margem de doutrinas mais relevantes. Como o próprio nome indica, anjo é igual a mensageiro, eles existem e são importantes na medida em que transmitem mensagens. Na Bíblia não há angelologia independente, nenhuma definição absoluta de anjos. Não fossem Deus, o homem, e a aliança entre eles, não teríamos angelologia.



