A figura do Pastor. Quem é esta pessoa que representa Cristo hoje.

A Figura do Pastor.

A PESSOA DO PASTOR

 Quem é esta figura central que esta diante de nós, representando a autoridade eclesiástica?
A Figura do Pastor na pratica.
Desafiado a cumprir os propósitos de Deus através da administração pública dos meios da graça. Que lida com o poder misterioso de Deus que age na água, no pão, no vinho e nos vasos de barro. Não foi sem razão que algumas pessoas chamaram o ministério pastoral como o mais alto ofício. O candidato honesto ao ofício pastoral sabe que o ofício, e não ele mesmo deveria estar no pedestal. Mesmo antes de servir no ministério, ele sente suas inadequações pessoais. Ele contempla tanto as possibilidades ilimitadas do ministério, como as numerosas obrigações que o ministério colocará sobre ele. Ele é simultaneamente esmagado e encorajado pela amplidão do ministério pastoral, que envolve:
Atender aos cuidados próprios das congregações contemporâneas;
Combinar uma interpretação da revelação de Deus para o homem com  modos de pensar atuais;
Providenciar cuidado pastoral terapêutico;
Saber onde procurar recursos práticos e teóricos tanto imediatos como de longo alcance; e habilmente levar uma sabedoria teológica e perspicaz para as vidas das pessoas que procuram ter em mente que elas estão no mundo embora não sejam dele.
A Figura do Pastor oculpa.
O Ministério pastoral se estabelece sobre dois eixos principais: O relato bíblico e o contexto atual. “O fundamento do trabalho pastoral repousa na palavra de Deus.”   
Luterano-religar…
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O ministério depende totalmente dos meios da graça, os quais, sozinhos, criam e sustentam a vida em Cristo. Qualquer apelo público, que confere ao cristão qualquer grau por causa de seus próprios esforços, não pode, de nenhum modo, ser considerado pastoral. Lutero nos afirma: “Portanto, o episcopado na Igreja é uma obra boa, um ofício muito bom, que possui em si muitas boas obras” .É certo que a habilidade e o esforço humano podem servir a uma comunicação mais eficaz, mas eles não podem produzir conversão à fé salvadora, a qual, sozinha, traz o fruto da vida cristã. Portanto, manifestações visíveis não são em si mesmos critérios válidos para verificar se há sucesso. O pastor deve ser cauteloso para não adotar, sem questionamento, metodologias seculares, expedientes pragmáticos e, pior ainda, recorrer a truques na tentativa de obter sucesso em seu ministério. A justificação e a resultante santificação vêm somente através da fiel administração e uso dos meios da graça. Somente o Evangelho – Palavra e Sacramento – sustenta os filhos de Deus na fé salvadora e os equipa para viver como povo de Deus.

Luterano-religar…